Publicado em 18/03/17

Muito cuidado com os direitos e a privacidade das pessoas. Você é responsável pela armazenagem de dados que tenha de prospects e clientes. Mas, em tempos de Big Data, muita gente não se dá conta disso e poderá enfrentar dissabores 
 
Código de Defesa do Consumidor | Dos Bancos de Dados e Cadastros de Consumidores
 
Art. 43. O consumidor terá acesso às informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele, bem como sobre as suas respectivas fontes.
 
§ 1° Os cadastros e dados de consumidores devem ser objetivos, claros, verdadeiros e em linguagem de fácil compreensão, não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos.
 
§ 2° A abertura de cadastro, ficha, registro e dados pessoais e de consumo deverá ser comunicada por escrito ao consumidor, quando não solicitada por ele.
 
§ 3° O consumidor, sempre que encontrar inexatidão nos seus dados e cadastros, poderá exigir sua imediata correção, devendo o arquivista, no prazo de cinco dias úteis, comunicar a alteração aos eventuais destinatários das informações incorretas.
 
§ 4° Os bancos de dados e cadastros relativos a consumidores, os serviços de proteção ao crédito e congêneres são considerados entidades de caráter público.
 
§ 5° Consumada a prescrição relativa à cobrança de débitos do consumidor, não serão fornecidas, pelos respectivos Sistemas de Proteção ao Crédito, quaisquer informações que possam impedir ou dificultar novo acesso ao crédito junto aos fornecedores.

§ 6º Todas as informações de que trata o caput deste artigo devem ser disponibilizadas em formatos acessíveis, inclusive para a pessoa com deficiência, mediante solicitação do consumidor. (Incluído pela Lei nº 13.146, de 2015)
 

 

 


Publicado em 21/02/17

"(A publicidade) continua baseada nas ideias mais exuberantes. O que talvez tenha mudado nos últimos anos são alternativas de mídia, que cresceram fortemente. Mas, por outro lado, diminuíram os níveis de respeitabilidade pela atividade, o pensar a longo prazo e a união do setor. O perigo é a predação. O mercado já percebeu que chegou aos seus limites de dificuldades. Acredito que estejamos preparados para entrar em um período de renascimento. Essa letargia não tem nada a ver com o digital. Ter o novo não significa eliminar o já existente." 

Publicado em 26/01/17

AdNews
 
Se o matrimônio entre celebridades costuma durar apenas algumas edições da Revista Caras, o mundo da propaganda também tem seus romances relâmpagos, sobretudo quando bate forte aquela onda de incompatibilidade de ideias e pretensões entre agências e clientes. Alguns casos, entretanto, andam na contramão. Um deles é a parceria entre F/Nazca e Skol, que perdura desde 1996.
 
E quem poderia explicar essa relação duradoura melhor que o CEO e diretor de criação da agência, Fabio Fernandes? Foi o próprio quem desenvolveu o conceito "redondo", que ele mesmo coloca como “quase um sobrenome da marca”, e que resiste à força do tempo. Confira abaixo um texto escrito pelo publicitário (postado originalmente em seu perfil no Facebook) sobre a conta mais antiga de sua agência.
 
"Em novembro de 1996 eu comecei a trabalhar para a Skol. Alguns meses depois, tive a sorte de criar o conceito que a marca carrega até hoje. Orgulhosamente.Na sua comunicação.
No seu DNA. Em cada ponto de contato com o consumidor, com os acionistas, com o formador de opinião. Até no seu rótulo está lá gravado com destaque. A cerveja que desce redondo. É quase o sobrenome da marca. Uma coisa que poucas marcas no mundo têm.Um posicionamento simples, popular, único, incorporado à própria personalidade do produto. E absurdamente longevo.
 
Nesses 20 anos, nós produzimos mais de 600 comerciais de televisão, milhares de materiais gráficos (de anúncios a cartazes de ponto-de-venda), centenas de spots de rádio, outras centenas de ações digitais, posts, videos, banners, promoções, design de embalagens, etc, etc, etc. E, acredite, depois de 20 anos eu ainda me excito feito criança pequena diante de cada desafio com cara de impossível, com cada continuação com cara de recomeço, com cada nova peça com cara de original que a gente põe na rua. 
 
Depois de 20 anos eu, o chato, ainda brigo, argumento, digo que vou desistir, não desisto, me inflamo, beijo, amo, cada um dos inúmeros profissionais, os tais clientes, que estão ou que passaram pela Ambev. Todos eles escreveram e seguem escrevendo, para sempre, seus nomes na história dessa marca. E, como já passei de todos os limites de pieguice e pretensão, digo que fazem mais. Escrevem seus nomes na história da propaganda. Porque acho que não existe história da propaganda no Brasil se não contarem a história da Skol. 
 
Neste longo namoro, com raríssimas exceções, só encontrei pessoas vibrantes, loucas, apaixonadas, teimosas, idealistas, irritantes e inconformadas como eu. Iguais às daqui, do lado da F/Nazca, que constroem artesanalmente essa marca todos os dias ao longo desses inimagináveis 20 anos. Por isso esse texto é uma homenagem a esses personagens abnegados e passionais - que não sei porque, eu atraio que nem imã - que me fazem vir trabalhar com paixão e brilho nos olhos todos os dias desses quase 23 anos de F/Nazca.  
 
Mais um, desde os longínquos anos 90 quando criei o primeiro de todos, usando a imagem de um raio-x irônico e tosco, que flagrava um quadrado descendo goela abaixo de um sujeito esquisito em um bar. E uma setinha redonda na garganta do mocinho bem ali ao seu lado.  Muita coisa mudou na nossa forma de contar as histórias da Skol ao longo dessas duas décadas.Tanto quanto toda a nossa sociedade mudou - em muitos casos, para melhor - ao longo deste tempo. Só não mudou a maneira como eu suo, brigo, me esfalfo, discuto, exijo, recuo, fico grato aos parceiros de produção, do atendimento, da mídia, do RTV, da criação, do planejamento e daquele bando de maluco da Ambev.Sobretudo, não mudou o jeito como, ainda hoje, eu me emociono a cada trabalho que fica pronto."
 
 
 

 


Publicado em 15/01/17

Rafael Sampaio, consultor em propaganda

“Apesar das grandes mudanças nos consumidores, nos mercados e na formatação de muitos negócios, as principais fórmulas de marketing e propaganda continuam sendo as mais eficazes.

É necessário restabelecer a confiança em muitas das fórmulas e recursos do marketing e da propaganda que permanecem válidas como eram na maior parte do século 20, mas que sofrem descrédito e têm sido vistas como obsoletas e na iminência de perder toda sua utilidade e validade – razão pela qual elas têm sido desconsideradas sem maiores reflexões e, em muitos casos, tendem a ser substituídas por novas soluções que não entregam resultados com a mesma eficiência e eficácia.

No centro dessa crença na total revolução está o chamado universo digital, virtual, e seu potencial de substituir, com vantagens, grande parte do mundo físico, real. Algumas funções e tarefas, inclusive de marketing e propaganda, foram, de fato, trocadas em boa extensão, mas, na maioria dos casos, essa troca não deu certo: ou funciona parcialmente ou atua apenas como elemento modernizador e indutor de eficiência para práticas tradicionais mais eficazes.

Essa miopia não ocorreu e não está ocorrendo do nada, pois foi resultado de um processo. Além da natural crença no novo e nas suas possibilidades, houve uma razão prática para essa aposta na mudança radical: os novos profissionais e empresários, assim como alguns mais antigos, viram nessa perspectiva de revolução a possibilidade de melhorar suas oportunidades de trabalho e de negócios, inclusive no campo das publicações, da consultoria, das palestras e correlatos. Formou-se, de modo quase que espontâneo, uma corrente que vem promovendo e repromovendo, sem doses razoáveis de crítica, as maravilhas do digital e das mudanças radicais nos negócios, no marketing e na propaganda.

Uma observação mais atenta da realidade, porém, revela que não é bem assim, que muito do que é novo não funciona ou funciona pouco e boa parte do que é tradicional continua entregando de modo mais eficaz – inclusive porque o digital pode efetivamente modernizar e tornar mais eficiente o que sempre se fez. O digital tem maior potencial de mudar a forma de se fazer alguma coisa do que mudar sua essência e a razão pela qual se faz.” (Trechos de artigo publicado no Propmark)

 

 


Publicado em 11/01/17

Charles Machado*
 
Após quatro estudos sobre a indústria brasileira da comunicação, a Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade) contratou a consultoria Deloitte para fazer uma análise sobre o impacto da publicidade na economia brasileira. O resultado aponta que para cada R$ 1,00 investido em mídia, o retorno do anunciante chega a R$ 10,69. Como são investidos R$ 33,5 bilhões em publicidade, dados de 2014, no país, o estudo constata que o impacto no PIB (Produto Interno Bruto) é de R$ 358 bilhões. O volume pode ser maior, afinal não contempla os investimentos de 2015 que, segundo o Ibope, pelo raciocínio bruto, sem descontos, foi de R$ 132 bilhões.
 
O escritório da Deloitte no Brasil usou a métrica desenvolvida pela empresa na Inglaterra para a Advertising Association, similar da Abap no Reino Unido que também usou o modelo econométrico nos Estados Unidos, França e a WFA (World Federation of Advertisers). Nos EUA, como especifica a consultoria, com base em cálculos da IHS Economics and Country Risk, os US$ 297 bilhões destinados à compra de mídia em 2014 tiveram um efeito nas vendas de US$ 5,5 trilhões. “O papel da publicidade como emuladora da competição baseada no preço pode ser observada em praticamente todos os setores do mercado”, sustenta a Deloitte.
 

*Diretor da Machado & Associados Consultores (Publicação autorizada) 


Publicado em 01/01/17

O ROL (return on learning/retorno sobre o aprendizado) está tomando o lugar do ROI ((retorno sobre  investimento) como protagonista na lista de prioridades dos executivos de marketing e comunicação. Quem fica atento ao aprendizado sobre o mercado que cada uma das suas ações gera, tem um futuro mais promissor do que quem só observa os resultados financeiros. Cada vez mais o sucesso financeiro virá da sabedoria em relação ao comportamento do cliente. 
 
P.S. Muito sucesso em 2017.

Publicado em 20/12/16

Armando Ferrentini*        
 
Da maior importância para todos que de uma forma ou de outra militamos no segmento da comunicação comercial, o reconhecimento pelas principais entidades de classe, que devem ser desenvolvidos esforços para a retomada do papel de valor da publicidade. O ingresso da mídia digital em um mercado até somente analógico causou confusão na interpretação da importância dos meios.
 
A facilidade e a instantaneidade com que o anunciante pode se comunicar com o público-alvo através dos meios digitais, aliadas ao fator custo, fizeram com que o digital passasse a merecer todos os aplausos e preferências de quem paga a conta. Ainda mais que aparentemente a conta foi reduzida, provocando palmas e grande admiração das marcas.
 
Com o passar do tempo e a verificação de que o digital não era exatamente o "Grande Irmão" no ambiente publicitário, que requer – quer queiram, quer não – um certo glamour nas mensagens que, por sua vez, assim envolvidas, tendem a produzir os bons resultados de sempre, as pedras voltaram a ser recolocadas no tabuleiro desse intenso jogo de xadrez em que se transformou a conquista do consumidor. 
 
Como em toda grande batalha, porém, há muitos ferimentos que necessitam de cura nos contendores. Do lado essencialmente publicitário, os criadores e produtores da comunicação reconhecem que a guerra então ainda travada contribuiu, entre outros fatores, para que fosse colocada em dúvida a relevância da própria propaganda. As lideranças do setor estão, porém, acordando e percebendo que há uma missão urgente a ser cumprida: a do resgate da relevância da comunicação comercial.
 
No dizer de Gláucio Binder, presidente da Fenapro, há esse reconhecimento e a chamada para o lado até então oculto de uma batalha que mais desviou as atenções do que produziu novas formas de se obter resultados ainda mais satisfatórios: “Vamos retomar nossa percepção de relevância na medida em que formos percebidos como muito mais que intermediários”.
 
Podemos completar lembrando que essa revalorização passa pelo reconhecimento dos meios tradicionais, dentre os quais desponta o mais eficaz de todos, que é a TV aberta. As novas mídias não matam suas antecessoras. Sua chegada ao ainda sutil mercado da comunicação publicitária complementa o existente, não o extingue.
 

*Jornalista, diretor da Editora Referência (jornal Propmark, e revistas Marketing e Propaganda) 


Publicado em 13/12/16

Em 2015, a P&G foi a empresa que mais investiu em publicidade no mundo. Foram 10,4 bilhões de dólares. O número é do novo estudo exclusivo da revista americana Advertising Age, que traz as 100 marcas que mais anunciaram em 2015. Ainda não há dados consolidados de 2016. Ao todo, os 100 maiores anunciantes do mundo investiram 240,5 bilhões de dólares. Os Estados Unidos respondem por quase metade desse valor. 46 empresas do Top 100 são americanas.. Depois, os países com mais anunciantes no ranking são Japão, Alemanha e França. O Brasil não aparece nas 100 primeiras colocações. (Exame | Leia íntegra http://exame.abril.com.br/marketing/as-marcas-que-mais-gastaram-com-publicidade-no-mundo/)
 

Publicado em 11/12/16

O consumidor brasileiro é o segundo mais engajado do mundo, mantendo-se fiel, conectado e próximo à marca de desejo. A descoberta é de uma pesquisa da empresa Affinion com a Oxford Brookes University, que mapeou os fatores que influenciam a relação duradoura de um consumidor com uma marca. Entraram na conta marcas dos setores de varejo, bancos e telecomunicações. Ao todo, 18 mil pessoas foram entrevistadas. Além do Brasil, Turquia e Estados Unidos também têm um alto índice de engajamento, acima da média global.
 
O Brasil atingiu uma pontuação de 70 no estudo, enquanto a média mundial é 66. Já países como Dinamarca, Noruega e Finlândia são menos engajados, com médias entre 58 e 60. O setor varejista encontra consumidores mais voláteis, que exigem constantes inovações e superações por parte da marca para se manterem fiéis. Já os setores de telecomunicações e bancos, exigindo mais da vida do consumidor e participando dela, praticamente, todos os dias, tendem a ver clientes mais estáveis. (Fonte: Exame)

 


Publicado em 05/12/16

Com o intuito de enriquecer a visão do mercado com informações sobre consumo, desempenho e planejamento de mídia, a Kantar IBOPE Media acaba de compartilhar um estudo global da Kantar Media, com as dez tendências das mídias sociais para o próximo ano. Confira abaixo alguns dos principais insights da análise.  
 
Snap e Facebook: muito além do social - Diversificação como chave para o sucesso
Conquistar uma grande base de usuários de redes sociais já não é mais suficiente para as companhias que surgiram com foco neste segmento.

Surfando a onda da “Realidade Aumentada” - O auge do ambiente web
Bastante popularizada a partir do fenômeno Pokemon Go, a chamada Realidade Virtual já chama atenção de diversos players do mercado de tecnologia -- como Google, Apple, Facebook, Snap, Twitter e Amazon -- e de veículos de mídia como o The New York Times.
 
A revolução da distribuição de conteúdo - A era das experiências
A distribuição de conteúdo costumava ser bem simples. Mídias e marcas publicavam nos seus sites/blogs e compartilhavam estes conteúdos nas redes sociais. Este processo evoluiu intensamente e a proliferação de canais de comunicação exigiu das marcas o desenvolvimento de conteúdos específicos e abordagens customizadas para cada um deles.

Os chatbots chegaram… mas não estão sozinhos - Iluminando o “dark social"
O movimento dos consumidores em direção ao uso massivo dos apps de mensagens já provoca, desde 2014, uma movimentação das marcas no mesmo caminho. Em 2016, os chatbots de atendimento – aplicativos que reproduzem códigos de conversas para gerar uma comunicação automatizada com os usuários – surgiram como outra grande tendência a se observar.
 
O crescimento das redes de pergunta e resposta - Celebridades e influenciadores ao seu dispor
Começou na China e agora está se espalhando por outros mercados ao redor do mundo, a adoção em massa de serviços de Q&A que permitem o envio de perguntas para celebridades e influenciadores.

Programas de influenciadores: aposta da moda ou sábio investimento? - A economia da confiança é mais que uma tendência
Em um cenário em que a identidade da marca não é mais restrita à sua própria mensagem, mas sim um reflexo das experiências coletivas de seus consumidores e fãs que seguem a companhia, a confiança é um atributo de suma importância. Neste contexto, o marketing de influenciadores se destaca. A linguagem moderna da confiança é engenhosa e, acima de tudo, alimentada por ótimas influências, classificações e críticas.

Redes sociais e TV: o casal do futuro - Ponto de partida para uma nova geração de telespectadores
As redes sociais sempre tiveram um vínculo com o conteúdo de TV/vídeo. Agora, o fenômeno "Social TV" marca a união da televisão com essas mídias, por meio das milhões de pessoas que compartilham as suas experiências com outros telespectadores nas redes sociais.

Fale! - Os assistentes virtuais querem antecipar os seus desejos
Nas pesquisas feitas na internet, as perguntas realizadas com recursos de voz dobraram de 2014 para 2015. A ferramenta é mais uma evolução nos mecanismos de busca na web, que hoje já permitem a personalização de resultados por geolocalização e até uma compreensão melhor da intenção dos usuários. A ideia é que as ferramentas de pesquisa de fato tragam respostas às perguntas dos usuários, e não apenas resultados de uma busca.

Social commerce: quem será a galinha dos ovos de ouro? - Pinterest reivindica o trono
Ainda que as redes sociais tenham lançado recursos e ferramentas para facilitar a compra de produtos e serviços a partir de seus canais, a conversão ainda é complexa e apresenta resultados aquém das expectativas. Uma exceção parece ser o Pinterest. Uma pesquisa da Kantar Millward Brown relatou que 96% dos visitantes da rede social de compartilhamento de fotos usam o site para planejar uma compra, e 87% realmente fizeram uma compra depois de ver algo que apreciaram. Por isso, a capacidade do Pinterest gerar vendas é um importante diferencial da plataforma.
 
Office War! - Tormenta para Slack e outros players
O mercado de ferramentas digitais para comunicação dentro das empresas ainda é muito fragmentado. Este é um setor que enfrenta desafios como a falta de compatibilidade entre diferentes recursos e a resistência de algumas companhias em adotar ferramentas sociais por considerarem que elas desviariam a atenção dos funcionários. No entanto, a crescente presença de Millennials na força de trabalho tende a mudar esse quadro -- muitos deles veem as mídias sociais como a melhor maneira para romper as barreiras de comunicação, especialmente em grandes empresas.

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