SC assume desafios para adequar agências ao novo cenário de negócios
16/06/16

Remuneração, disseminação das normas-padrão e retenção de anunciantes catarinenses nas agências estaduais pautam a atuação do Sinapro/SC para os próximos dois anos.

Nesta terça-feira (14/06) o Sinapro/SC reuniu 40 dirigentes  agências, de todas as regiões do estado,  no auditório da RIC Record, onde o superintende da Federação Nacional das Agências - Fenapro - Alexis Pagliarini apresentou o resultado da pesquisa sobre o mercado de agências, da qual Santa Catarina participou, em 2015.

O cenário converge para as prioridades estabelecidas pela nova gestão do Sindicato de Agências de Propaganda de Santa Catarina. Segundo a pesquisa da Fenapro, realizada pela Toledo e Associados, há um desafio para as agências no que diz respeito a retenção de contas em Santa Catarina, sobretudo no varejo. O estado está entre os que mais tem potenciais clientes neste segmento (45%) nas previsões para 2016, porém enfrenta um forte impacto das houses agencies no negócio (49%). “Este estudo confirma a nossa análise e estratégia de atuação em favor do mercado de agências, tanto que já temos agendadas algumas visitas pontuais a grandes clientes do varejo catarinense para abordar o assunto”, afirma o presidente do Sinapro/SC, Pedro Cherem, que a primeira reunião com a diretoria recentemente empossada, criou grupos técnicos para diferentes assuntos da gestão. A remuneração com fee e taxa de sucesso no atendimento das marcas, que está na pauta nacional do setor, conforme a pesquisa apresentada pela Fenapro, ainda tem poucas adesões nas regionais.

No Brasil, 81% das agências atendem contas públicas e neste dado há um recorte que também demanda ação imediata do sindicato de agências, como está estabelecido pela atual gestão.  Somente 16% das agências participam de concorrências privadas remuneradas. No setor público, o Sinapro/SC deve intensificar a divulgação entre os anunciantes do segmento e também entre as associados sobre a legislação vigente e as normas-padrão do setor.

Sobre os investimentos em mídia, o estudo mostrou a predominância da TV ainda nos planejamentos dos anunciantes, mas revelou um crescimento da Internet (66%). A pesquisa mostra que, na região sul, 12% da atual receita das agências é proveniente da web.
A Fenapro também abordou o modelo de negócio voltado para os novos anseios e necessidades dos anunciantes na apresentação dos resultados do Design Thinking da Propaganda, realizado nos mercado do Rio de Janeiro,  São Paulo, nas regiões Norte e Nordeste, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. “Vimos que nossas agências estão em dia com o modelo voltado para as demandas que a tecnologia trouxe para a comunicação de marcas e seguiremos investindo em informação e subsídios para que nosso mercado siga competitivo, com os eventos que realizamos, cursos e workshops”, diz o presidente do Sinapro/SC.

 



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